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29/08/2017 - Voluntários fazem atividades humanizadas em hospitais

 

“Quando se faz o bem, o bem retorna”. Esta é uma frase comum entre as pessoas que dedicam parte de sua vida ao próximo, através de trabalhos voluntários, oferecendo gratuitamente o que se tem de melhor: amor, compaixão e alegria. Mesmo em uma sociedade onde as questões pessoais são muito latentes, ainda é possível perceber o aumento no número de voluntários que existem no Brasil.

 

Nos corredores dos hospitais, por exemplo, é perceptível a importância de ações voluntárias para os pacientes, principalmente os que passam grande parte dos seus dias internados. Diante disso, a Rede D’Or São Luiz, ao lado de instituições parceiras, desenvolve projetos especiais. Mas, afinal, qual é a importância do voluntariado? Dr. Jorge Moll Neto, diretor-presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), foi o primeiro neurocientista no mundo a concluir que fazer uma boa ação ativa áreas do cérebro relacionadas com o prazer, o bem-estar e o sentimento de pertencimento.

 

É o que também pensa o Instituto Rio de Histórias, projeto da Associação Viva e Deixe Viver, que realiza visitas semanais para contação de histórias, nos hospitais Rios D’Or, em Jacarepaguá; Copa D’Or, em Copacabana; Oeste D’Or, em Campo Grande; e o Hospital Estadual da Criança, em Vila Valqueire.

 

Tais atividades lúdicas e recreativas auxiliam a criança no enfrentamento da doença, além de atuar como agente terapêutico, contribuindo para uma melhor qualidade de vida. Além dos medicamentos indicados pelos especialistas, a presença do trabalho voluntário para os pequenos internados contribui para a humanização do tratamento. A psicóloga do Hospital Caxias D’Or, Teresa Eder destaca a importância do contato do voluntário com a criança.

 

“Sempre que possível, incentivo a realização dessas visitas para esses pacientes. É bom estimular momentos confortantes para eles”, explica a especialista. A Trupe Miolo Mole, outro parceiro da Rede D’Or São Luiz, visita semanalmente inúmeras crianças na unidade de Jacarepaguá e de Vila Valqueire para apresentações teatrais e brincadeiras. O grupo de palhaços realiza vínculos não só com pacientes, mas também com seus familiares e equipe médica.

 

Assim como a Comunhão da Alegria que marca presença na pediatria do Hospital Quinta D’Or e no Centro de Oncologia D’Or, para apresentações musicais. Para eles, a música não é apenas um entretenimento, mas também uma forma de acalmar e proporcionar bem-estar durante o tratamento.

 

No Hospital Norte D’Or, através de uma parceria com representantes religiosos da comunidade surgiu o Projeto AMAR, que tem o objetivo de trazer apoio e conforto por meio de assistência religiosa. O atendimento realizado por voluntários representantes das Igrejas responsáveis pelo Projeto é oferecido de forma opcional a pacientes e acompanhantes. A participação durante o período de internação na Unidade, pode ser de três formas: espaço ecumênico, visitas individuais e celebrações.

 

Oferecendo o seu melhor – Em meio a tanta dor, atos altruístas representam um papel relevante tanto para quem os pratica quanto para os que recebem. No fim das contas, todos saem ganhando. Não importa a habilidade do voluntário, pode ser artística, terapêutica ou até um bom papo. É grande a variedade de ações deste tipo desenvolvidas nas unidades hospitalares.

 

Fonte: Barrazine